19 de jan de 2017

O Evangelho de João - Dia 11


Paz irmãos neste décimo primeiro dia eu gostaria de falar sobre:
Jo. 8:11

A Lei de Moisés era uma série preceitos passados por Deus para que a nova nação que estava se formando pudessem entender como Deus queria que eles vivessem.
A lei era por vezes composta de bênçãos e maldições; de castigo e recompensas.
Ela representava o caráter e santidade de Deus.
A lei era a expressão do amor de Deus, porém para pessoas completamente falhas, a lei expunha os seus pecados, e mostrava o que de fato havia no coração de cada homem.

Um dos pontos da lei de Moisés era o que esta em Levíticos 20:10 • “Se um homem cometer adultério com a mulher de outro homem, com a mulher do seu próximo, tanto o adúltero quanto a adúltera terão que ser executados.
Foi sob esse texto que os líderes judeus trouxeram a Jesus uma mulher pega em adultério. A justiça demandava uma condenação.

O que me chama atenção é a parcialidade dos acusadores. Eles levaram somente a mulher para que Jesus a julgassem. Mas a lei claramente diz ambos, adúltero e a adúltera. Onde estava o homem?
Parece que esse era um grande dilema, pois Se Jesus rejeitasse a lei de Moises sua credibilidade seria perdida, e se ele aplicasse a lei como os acusadores esperavam, a sua reputação de compaixão e perdão pelo povo seria questionada.

Jesus responde àqueles líderes se referindo também a um ponto da lei. A lei dizia que as testemunhas tinham que ser pessoas idôneas. E Jesus conhecia o coração de todos eles, e sabia dos pecados de cada um daqueles acusadores.
Aquele que não tem pecado...que atire...
No entanto, algo certo os lideres fizeram: levaram aquela mulher para o único que poderia julgá-la.
Não havia melhor lugar para ela estar!
Aos pés de Jesus ela ouviu as melhores palavras que poderia ter ouvido, palavras de misericórdia.
Aqui Jesus não deixou de aplicar a lei, ou seja, não deixou de ser justo para ser misericordioso.
O fato aqui expõe claramente a mensagem da cruz. A condenação do pecado da mulher não foi esquecida. A verdade é que ao invés daquela mulher morrer, Jesus morreu no lugar dela.
Jesus morreu pelo adultério dela.
Jesus não veio para cancelar a lei, como se a lei não existisse mais, mas veio para cumpri-la.
A condenação que a lei exigia foi realmente executada, mas não na mulher; foi executada em Jesus.
Jesus pagou os pecados dela e assim, usou de misericórdia com ela.
Essa é a mensagem da Cruz, o Evangelho de Cristo.
Todos, completamente todos os pecados, toda a condenação que a Lei exige contra o pecado foi executada em Jesus. Somos livres da condenação, do apedrejamento, da morte, do juízo, da ira!
Ironicamente, os acusadores daquela mulher, sem saber, estavam levando-a a uma nova realidade que só Jesus poderia dar. Ela experimentou o perdão de Deus.
O mesmo acontece conosco.
Agora os nossos acusadores são a nossa consciência e o próprio diabo.
Diferentemente, Satanás de maneira nenhuma quer que você vá até Jesus para que tenha seus pecados perdoados.
Mas Jesus com sua voz doce exclama em alto tom: venha a mim, para que tenha vida!
Você está em grande perigo, somente eu posso te salvar!

Ao terminar essa meditação, eu me lembro de Rm. 6:1: continuaremos pecando, para que a graça seja mais abundante? É claro que não!

Declarou Jesus: “Eu também não a condeno. Agora vá e abandone sua vida de pecado”.

João 8:11



Texto de autoria de André Evangelista

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